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Briefing 122

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Edson, contador de histórias, na capa da B122

Storytelling. É este o core da FCB Lisboa, a agência de que Edson Athayde é sócio há um ano e onde está há quatro, desde que voltou a Portugal. Na entrevista que faz a capa da edição de outubro da Briefing, o criativo brasileiro conta histórias, mas também faz uma leitura real(ista?) da indústria publicitária.

Nesta entrevista, Edson – que chegou a Portugal faz a 1 de dezembro 30 anos – deixa críticas ao mercado, dos anunciantes e das agências, mas fala, sobretudo, de reputação, da reputação que a agência tem granjeado na rede internacional, por via dos prémios, mas também do elevado índice de qualidade emocional. E anuncia um projeto em curso – o FCB for Good. Não é uma agência, não é um departamento, não é sequer uma equipa – é uma filosofia para aquela que, diz, talvez seja a sua última agência.

De balanços também se fala na entrevista ao CEO da Lola Normajean, Rodrigo Silva Gomes. Ainda que o tempo em análise seja menor – afinal, a joint-venture só tem um ano. Mas não lhe trava a ambição: quer ser a empresa nacional mais premiada em Cannes. A propósito, deixa um reparo aos criativos portugueses – diz que carecem de fome de vencer.

Não será isso, certamente, que falta aos finalistas dos Prémios à Eficácia. Nesta edição, damos a conhecer os 160 candidatos aos troféus da gala que a APAN – Associação Portuguesa de Anunciantes e a Exoticology promovem em novembro.

Mas, antes de saber quem ganhará o Grande Prémio à Eficácia, terminamos a ronda por ex-presidentes de júri: Teresa Lameiras, diretora de Marketing da Seat, e João Santos, diretor-geral da Tempus Internacional.

E damos a palavra à presidente do júri desta XV edição: Joana Garoupa, diretora de Marketing da Galp, que aborda os desafios de avaliar a eficácia da comunicação, mas também as tendências que identificou nos casos concorrentes.

A eficácia é o core das empresas de Martim Oliveira – Boost Your Digital, Learn to Grow, Convert e Emotion. Em comum têm o facto de prestarem serviços de marketing de performance, o que significa que o foco está nos resultados. Serem nativas digitais é o que faz a diferença, segundo o fundador.

Fazer a diferença é, pode dizer-se, o que move a Babu, marca de João Jerónimo e Joana Gutierrez que nasceu da vontade de criar alternativas ao plástico, mas também promover novos hábitos de consumo. As escovas de dentes em bambu foram o primeiro fruto dessa vontade, mas já mais produtos.

É de inovação que se fala aqui, como de inovação se fala quando o tema é a CEDER’s: afinal, é uma marca de gin, mas sem álcool e sem açúcar. O fundador, Craig Hutchison, explica como surgiu a ideia.

Num registo mais pessoal, tiramos a Impressão Digital à responsável pelo Marketing da Heineken, Sílvia Rebelo. Entre as preferências, há cerveja, claro, mas também as praias da Costa, livros, séries e muito mais.

Como habitualmente, há lugar para opinião nesta edição: do fundador da Film Brokers, Fernando Zagalo, que escreve sobre o que tem a sua empresa em comum com os Prémios à Eficácia; do diretor-geral da Hamlet, Jayme Kopke, que aborda a importância de ter adeptos no marketing B2B; do head of Marketing da Bet, Pedro Miguel Garcia, que se debruça sobre o papel das marcas e os canais de comunicação; e do Accenture Portugal Interactive Lead, Ricardo Monteiro, que introduz o conceito de living business.

Para terminar, deixamos algumas sugestões para ficar Out of Office: o Sushi dos Sá Morais e a pizzaria Mano a Mano são duas delas.

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